O que deu na mídia (edição 115)

Leia aqui as principais notícias sobre responsabilidade social e Terceiro Setor

Universidades lançam cursos voltados para o mercado verde – “Valor Econômico” – 04/03/2011

“A preocupação do mercado com o impacto social e ambiental dos negócios está fazendo as universidades brasileiras criarem cursos de graduação que tenham a sustentabilidade como um de seus principais pilares. Nos últimos anos, os currículos de bacharelados e licenciaturas têm ganhado novas ênfases como biodiversidade, agroecologia e energias renováveis. Mesmo com enfoque “verde”, as escolas não deixaram de lado a empregabilidade dos recém-formados, fechando parcerias com empresas e adaptando seus conteúdos às necessidades das companhias nas regiões onde atuam”.

Oscip é condenada a devolver R$ 11 milhões a Sertãozinho – “DCI” – 02/03/2011

“O Centro Integrado de Apoio Profissional (Ciap), entidade com sede em Londrina, no Paraná, terá de devolver R$ 11.321.603 à Prefeitura Municipal de Sertãozinho. A determinação é do Tribunal de Contas do Estado (TCE), que julgou irregular as 22 prestações de contas dos contratos entre a administração e a entidade no período de 2005 a 2007”.

Petrobrás é multada por acidente na Serra do Mar – “O Estado de S. Paulo” – 01/03/2011

“O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) multou a Petrobrás em R$ 10 milhões por não ter comunicado a ocorrência de um acidente que resultou na contaminação do córrego Pau D”Alho, que corta o Parque Estadual da Serra do Mar, em Caraguatatuba (SP). Segundo o órgão, a Petrobrás deixou vazar óleo, sedimentos de rocha e terra durante as obras de escavação para construção do gasoduto que transportará o gás do pré-sal para Taubaté. A multa pelo vazamento é de R$ 25 mil”.

2° Prêmio de Responsabilidade Socioambiental – “DCI” – 28/02/2011

“Instituído em 2009 pela Associação Brasileira da Indústria Gráfica (Abigraf Nacional), o 2º Prêmio Abigraf de Responsabilidade Socioambiental está com inscrições abertas. A premiação, contempla as categorias de “Responsabilidade Ambiental”, que reconhece o mérito de ações ou conjunto de iniciativas, a partir do uso de tecnologias, métodos ou processos na área ambiental; e “Responsabilidade Social”, que premia intervenções externas, isoladas ou conjuntas das empresas gráficas, nos campos educacional, cultural e esportivo, na inclusão social, na iniciação profissional ou nas campanhas em prol da melhoria das comunidades”.

Ipea sugere mudar leis ambientais – “Valor Econômico” – 25/02/2011

“A legislação ambiental do país deve prever não só a punição daqueles que degradam a natureza, mas também incentivar a preservação dela. Esta é a principal conclusão de um estudo sobre leis ambientais brasileiras divulgado ontem pelo Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicada (Ipea), na capital paulista. O estudo faz parte da série Eixos do Desenvolvimento Brasileiro e integra também uma pesquisa mais ampla sobre sustentabilidade ambiental no Brasil produzida pelo instituto. Na publicação, dedicada exclusivamente à análise da legislação ambiental do país, pesquisadores do Ipea trabalharam com especialistas de 50 outras instituições”.

Planejar a preservação é caro – “O Globo” – 24/02/2011

“Os elevados custos com burocracia na elaboração de projetos de redução de emissões de gases de efeito estufa, conhecidos como Mecanismos de Desenvolvimento Limpo (MDL), tornaram-se uma barreira difícil de ser superada no mercado internacional de carbono. Hoje, essas despesas, unicamente relacionadas a requerimentos técnicos, giram em torno de US$ 200 mil. O diagnóstico foi feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que está concluindo os últimos capítulos do livro “Sustentabilidade ambiental no Brasil: biodiversidade, economia e bem-estar humano”. Ocupando a terceira posição no mercado internacional de carbono, com 13% de participação, o Brasil deve buscar mais recursos para alavancar o número de projetos MDL, afirma Maria Bernadete Gutierrez, técnica de planejamento e pesquisa do Ipea”.

Desenvolvimento sustentável custaria US$ 1,3 tri por ano – “Correio Braziliense” – 22/02/2011

“O futuro do planeta pode ser garantido com um investimento de US$ 1,3 trilhão por ano, aponta estudo estratégico divulgado ontem pela Organização das Nações Unidas (ONU). O valor, que representa 2% da riqueza gerada em todo o mundo, deveria ser usado na transformação do modelo econômico atual em estratégias de desenvolvimento sustentável das nações. Além disso, a mudança rumo a uma “economia verde” significaria a redução da miséria crônica, segundo o relatório, elaborado pelo Programa Ambiental da ONU (Unep, na sigla em inglês)”.

O preço de um planeta verde – “O Globo” – 21/02/2011

“Investimentos de apenas 2% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos pelos países) mundial já seriam suficientes para dar o primeiro passo em direção a uma economia mais verde, com baixas emissões de carbono. Hoje, este percentual corresponde a cerca de US$ 1,3 trilhão anuais. O cálculo é do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), que elegeu dez setores estratégicos para a mudança”.




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