O que deu na mídia (edição 91)

Leia aqui as principais notícias sobre responsabilidade social e Terceiro Setor

Câmara quer banir sacolas e indústria defende uso racional – “DCI” 05/03/2010
“O uso de sacolas plásticas descartáveis está mais próximo de ser considerado um crime no Município de São Paulo. Se aprovado em segunda votação, o projeto de lei que tramita na Câmara Municipal prevê que estabelecimentos comerciais receberão multas no valor de R$ 1 mil na primeira autuação e de R$ 3 mil em caso de reincidência. A medida foi aprovada por unanimidade em primeira votação, anteontem. O projeto define a substituição do uso das sacolas plásticas descartáveis no comércio”.

Setor de carne assina acordo inédito em MT – “DCI” – 03/03/2010
“Representantes de toda a cadeia de carne bovina, incluindo produtores, associações do setor e frigoríficos, assinaram ontem, em Cuiabá, um compromisso de regularização ambiental rural no Estado de Mato Grosso. A assinatura tem o objetivo de referendar a adoção de ações pró-ativas de desenvolvimento sustentável no Estado, conforme as medidas estabelecidos no MT-Legal (Programa Mato-grossense de Regularização Ambiental Rural”.

Plano de zoneamento da Amazônia é aposta para acabar com conflitos – “Valor Econômico” – 02/03/2010
“Uma solução para os entraves ambientais na exploração econômica da Amazônia deverá ser desengavetada pelo governo federal ainda neste ano. O Macrozoneamento Ecológico-Econômico da Amazônia Legal é um projeto de décadas do Ministério do Meio Ambiente (MMA), cuja consulta pública termina sexta-feira. Apesar da iniciativa em estágio avançado, apoiada por 14 ministérios e os nove Estados da região, o desafio político para sua implantação traz ceticismo até para os ambientalistas, que veem o plano como algo bom e controverso demais para uma rápida aceitação”.

Empresa investe em marketing social na Copa e doa centro esportivo – “Folha de S. Paulo” – 01/03/2010
“Além do uniforme ambientalmente correto, a Nike apelará à responsabilidade social no Mundial africano. Depois de fazer uma campanha contra a Aids no continente, se prepara para doar um centro de treinamento em Soweto. “Isso não é novidade para nós. Nos EUA, deixamos quadras e campos após eventos esportivos”, diz Charlie Denson, CEO da empresa. Analistas afirmam que ações filantrópicas serão quase obrigatórias para empresas envolvidas com a Copa”.

Brasil fica para trás na corrida pela nova economia verde – “Folha de S. Paulo” – 28/02/2010
“Na corrida global por desenvolvimento científico e ampliação de investimentos ligados à economia de baixo carbono, o Brasil começa a ficar para trás.Enquanto potências como EUA e China investem centenas de bilhões de dólares na área, vista como a nova fronteira do desenvolvimento mundial, o Brasil nem sequer tem um modelo nacional, afirmam acadêmicos e ambientalistas. No setor privado, negócios verdes esbarram em gargalos como estrutura tributária inadequada, falta de marco regulatório e ausência de incentivo”.

Um caminho para o Walmart – “Isto É Dinheiro” – 27/02/2010
“A adesão aos princípios da sustentabilidade socioambiental se tornou uma espécie de mantra para a maioria dos executivos de corporações públicas e privadas. Só que o discurso nem sempre se traduz em medidas efetivas. A rede varejista americana Walmart, a maior do planeta, decidiu mudar essa escrita e está incentivando empresas de todos os portes a aderir à cruzada verde. Seu principal instrumento é o índice de sustentabilidade, uma espécie de ranking que irá listar as marcas mais comprometidas com esse conceito. A mensagem será repassada aos consumidores por meio de etiquetas afixadas nas gôndolas de seus 8.416 pontos de venda espalhados pelo planeta. Desde a matriz, em Bentonville (Arkansas), até o Brasil. A primeira etapa do projeto, do Walmart, deixa claro que a companhia pretende quebrar paradigmas. “Queremos criar um novo patamar de competição, em um nível jamais visto”, disse em recente entrevista à revista americana Fast Company”.

Lucro cresce e relações melhoram – “Valor Econômico” – 26/02/2010
“Desde que aderiu ao Prominp, há dois anos, a RT-Lea cresceu 25% ao ano, passou de 38 para 68 funcionários e ampliou seu lucro duas vezes e meia, além de ter melhorado muito o relacionamento com a comunidade onde está instalada, na periferia de Macaé, no litoral norte do Rio de Janeiro. O proprietário dessa pequena empresa de locação de andaimes e equipamentos, Erneval Maciel, não vacila em atribuir o avanço às qualificações em gestão recebidas do Prominp”.

Ações eficientes para toda cadeia de petróleo e gás – “Valor Econômico” – 26/02/2010
“Com investimentos previstos de US$ 136,8 bilhões para os próximos quatro anos, a Petrobras encabeça, em parceria com o governo federal, o maior programa de qualificação de fornecedores que o país já teve. Lançado em 2003, como iniciativa conjunta da Petrobras com o governo federal, o Programa de Mobilização da Indústria Nacional do Petróleo e Gás Natural (Prominp) tem como objetivo expandir a capacidade produtiva e melhorar a qualidade de toda a cadeia de petróleo e gás para que a indústria nacional tenha a maior participação possível nas compras da estatal”.

Benefícios em cadeia – “Valor Econômico” – 26/02/2010

“Os programas de qualificação de fornecedores (PQFs) promovidos por grandes empresas vêm se multiplicando no país e apresentando forte impacto no fortalecimento de cadeias produtivas e no desenvolvimento de economias locais e regionais, com expressiva geração de emprego e renda em vários Estados. No Espírito Santo, por exemplo, que mantém o mais antigo PQF com funcionamento ininterrupto (opera desde 1997), a indústria metal-mecânica capixaba ampliou de 1% para 40% sua participação nas aquisições de bens e serviços das grandes companhias do Estado. As compradoras simplesmente deixaram de trazer de longe aquilo que podiam conseguir, com a qualidade necessária, dentro do Estado”.

Desmatamento da Caatinga e do Cerrado será monitorado – “DCI” – 25/02/2010
“A Caatinga e o Cerrado serão monitorados pelos técnicos do Ministério do Meio Ambiente com objetivo de combater o processo de desmatamento que atinge dois dos importantes biomas do país. De acordo com o ministro Carlos Minc, o monitoramento começa a ser executado a partir de março. Para o ministro, o país não deve apenas se preocupar com o desmatamento da Amazônia. “Até algum tempo atrás, só a Amazônia era monitorada, parecia que só existia a Amazônia, como se não houvesse desmatamento dos outros biomas. O Brasil não é um samba de uma nota só”, disse”.




Também nessa Edição nº: 91
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