O que deu na mídia (edição 202)

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Renováveis responderão por 26% da energia mundial até 2020 – “Terra” – 03/11/2015

As fontes renováveis serão as grandes responsáveis pelo aumento da capacidade energética global até 2020, segundo relatório da Agência Internacional de Energia (IEA) divulgado em outubro. Elas responderão por dois terços de todo o aumento previsto para esse período. O levantamento foi apresentado a ministros de energia dos países que compõem o G20 – como Brasil, Argentina, China, Japão, Estados Unidos e União Europeia. A projeção é que, nos próximos cinco anos, as fontes renováveis acrescentem ao sistema 700 gigawatts (GW) – número que, segundo o órgão, equivale a mais que o dobro da atual capacidade energética do Japão. Vale ressaltar que mais da metade desse aumento não virá das hidrelétricas, mas de parques eólicos (que aproveitam a força dos ventos para gerar eletricidade), e de usinas fotovoltaicas (que usam a luz do sol).

Meta de desmatamento do Brasil “não é trivial”, rebate ministra – “Uol” – 03/11/2015

A meta do Brasil de eliminar o desmatamento ilegal na Amazônia até 2030 e restaurar milhões de hectares de floresta “não é trivial”, tratando-se de uma complexa operação de envolve diversos setores do estado – disse nesta terça-feira a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira. O Brasil, um dos principais atores no processo de um ambicioso acordo sobre o aquecimento global na Conferência do Clima de Paris (COP21), buscará também reduzir em 37% suas emissões de carbono até 2025 e 43% até 2030, segundo informou a presidente Dilma Rousseff na ONU. “Tudo foi cuidadosamente colocado, explicado, discutido, ampliado e ainda há gente que diz que o Brasil só vai acabar com o desmatamento em 2030”, lançou a ministra durante um evento sobre meio ambiente organizado no Rio de Janeiro em parceria com a União Europeia.

Pesquisa descobre para onde lixo jogado nos oceanos é arrastado – “G1” – 04/11/2015

Ilha de Koror, Oceano Pacífico. Área de proteção ambiental. Um paraíso de água transparente e praia limpa – mas é só de longe. De perto, o que se vê é lixo, principalmente plástico. Os bichos que se alimentam no mar podem confundir: o que é saco plástico e o que é água viva? Longe dali, no Havaí, um lixão no mar. São as correntes marítimas que levam a sujeira produzida a milhares e milhares de quilômetros de lá. Os redemoinhos formados pela circulação oceânica acabam recebendo esse material e o lixo circula, sem ter como sair. Os lixões dos cinco oceanos, reunidos, cobririam duas vezes o território brasileiro. O roteiro de poluição foi traçado pela expedição Race for Water, a “corrida pela água”. O grupo suíço está fazendo o primeiro mapeamento global da sujeira nos cinco oceanos do planeta. O barco saiu de Bordeaux, na França, em março de 2015 e chega ao Rio de Janeiro nesta quarta-feira (4), 300 dias depois da partida. Serão mais de 40 mil milhas náuticas, o que corresponde a mais que uma volta inteira ao mundo.

Brasil desmata equivalente a um pequeno país a cada 4 anos, diz OCDE – “Independente” – 04/11/2015

Um estudo divulgado nesta quarta-feira (04) revela que o Brasil desmata uma área similar ao território de Israel a cada quatro anos. Os dados são da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). O instituto apontou que, apesar de reduzir a extração ilegal de madeira, o país ainda tem a maior perda de área florestal do mundo: 4,8 mil quilômetros quadrados, de acordo com dados de 2014. O Brasil abriga a maior biodiversidade do planeta e a sua situação está longe de ser dramática, como aconteceu em 2004, quando a floresta perdeu 27 mil quilômetros quadrados de árvores. Segundo o levantamento, o país possui 12% da água doce do planeta.

Florianópolis bate pela 2ª vez recorde de “cidade que mais recicla óleo” – “Uol” –  05/11/2015

Sabe aquele óleo de cozinha velho? Ele pode ser descartado em um dos 250 pontos de coleta de Florianópolis (SC) e evitar danos ao meio ambiente. Nos últimos 17 anos, mais de três milhões de litros de óleo deixaram de ir para o ralo ou para o lixo por causa de um programa de reciclagem de óleo, o ReÓleo, da Acif (Associação Comercial e Industrial de Florianópolis). Por ações como essa, a cidade ganhou pela segunda vez o título do Guinness Book de “cidade que mais recicla óleo no mundo”. Os danos do descarte inapropriado são severos, explica a bióloga Natália Zanotelli Borges. “Nos rios, lagos e mares, o óleo deprecia a qualidade das águas e sua temperatura sob o sol pode chegar a 60ºC, matando animais e vegetais microscópicos, que seriam alimentos para animais maiores, assim há todo um desequilíbrio”, disse.

Fracasso da meta de 2 graus Celsius está na margem de erro – “Observatório do Clima” – 06/11/2015

A humanidade está oficialmente na margem de erro do fracasso em cumprir a meta de limitar o aquecimento da Terra a menos de 2oC neste século. É o que revela um relatório anual do Pnuma (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente) divulgado nesta sexta-feira (6/11). Esse estudo, conhecido como Emissions Gap Report, avalia quão perto ou longe as políticas de clima em curso no planeta nos deixam de alcançar o objetivo dos 2oC, acordado na conferência de Copenhague, em 2009. A edição deste ano mostra que estamos bem longe, mas já estivemos pior: os 119 planos climáticos (INDCs) apresentados por 146 países como contribuição à conferência do clima de Paris são capazes de retirar da atmosfera, em 2030, de 4 bilhões a 6 bilhões de toneladas de gás carbônico, em comparação às políticas atuais (como o Protocolo de Kyoto e a meta brasileira de reduzir o desmatamento até 2020). Isso faria com que as emissões anuais do planeta em 2030 fossem de 54 bilhões de toneladas de CO2 no melhor cenário – um crescimento de apenas 2,4% em relação às 52,7 bilhões de toneladas emitidas em 2014.

Obama anuncia recusa a projeto de oleoduto entre Canadá e EUA – “Correio Braziliense” – 06/11/2015

O presidente americano, Barack Obama, anunciou nesta sexta-feira a rejeição ao projeto do oleoduto Keystone XL entre Canadá e Estados Unidos. “Esse plano não serve aos interesses nacionais dos Estados Unidos”, disse Obama na Casa Branca, destacando que o projeto não tem impacto “significativo” na economia dos Estados Unidos a longo prazo. “O oleoduto não baixará o preço do combustível para os consumidores americanos”, acrescentou o presidente. “Transportar petróleo bruto mais sujo para o nosso país não reforça a segurança energética dos Estados Unidos”, completou. Os Estados Unidos analisavam o projeto do oleoduto Keystone XL, transfronteiriço com o Canadá e apresentado pelo grupo TransCanada.

COP 21: a caminho da Conferência do Clima ou do colapso planetário? – “Carta Maior” – 06/11/2015

“O único que aumenta mais rapidamente que as nossas emissões de gases danosos é a produção de palavras vazias dos que prometem reduzi-las” – Naomi Klein, jornalista e escritora canadense. As advertências dos cientistas sobre o aumento das emissões de CO2 não começaram agora, e sim no Século XIX, quando já se falava sobre os efeitos do aquecimento global e sobre a responsabilidade das atividades humanas nesse processo. Em 1861, o físico irlandês John Tyndall mostrou que o CO2 podia causar mudanças no clima. Em 1895, o químico sueco Svante Arrhenius concluiu que a queima de carbono da era industrial aumentaria o efeito estufa. Em 1938, o engenheiro britânico Guy Callendar afirmou que as temperaturas haviam aumentado durante o século anterior, devido ao incremento das concentrações de CO2. Em 1990, o primeiro relatório do Painel Intergovernamental da Mudança Climática – IPCC [1] confirmava que as mudanças induzidas pelo ser humano eram reais e significava uma ameaça à vida.

Projeto Tamar retira ninhos de tartaruga do Rio Doce, no ES – “G1” – 07/11/2015

A lama das barragens que se romperam em Minas Gerais pode trazer graves prejuízos para a fauna e a flora do Rio Doce no Espírito Santo. Na vila de Regência, em Linhares, o Projeto Tamar começou a remover os ninhos de tartarugas depositados próximos à foz do rio, neste sábado (7). De acordo com o coordenador nacional do Projeto Tamar, o litoral norte do estado, principalmente a foz do rio Doce, é uma importante área de concentração de desovas da tartaruga gigante. “Estamos transferindo os ninhos para áreas distantes da foz, que são mais seguras. A foz é uma área de criadouros de tartarugas e de outros animais. Se a lama chegar em grande quantidade, é um risco muito grande para essas espécies”, contou o coordenador. Essa não é a única medida preventiva do projeto, que está monitorando a situação do rio junto com o Instituto Estadual de Meio Ambiente (Iema).

Mesmo sem ser tóxica, lama de barragem em Mariana deve prejudicar ecossistema por anos – “BBC” – 07/11/2015

O equivalente a quase 25 mil piscinas olímpicas de lama foi despejado nas redondezas próximas à barragem que se rompeu na cidade de Mariana, em Minas Gerais.
A mineradora Semarco (responsável pelo local) garantiu que não há nada tóxico nos 62 milhões de metros cúbicos de rejeitos de minério de ferro liberados durante o acidente. Mas especialistas ouvidos pela BBC Brasil afirmaram que, apesar de o material não apresentar riscos à saúde humana, ele trará danos ambientais que podem se estender por anos. “Comparado ao mercúrio, por exemplo, esse rejeito não é tóxico, já que é formado basicamente por sílica. Ninguém vai desenvolver câncer, nada disso. O risco não é para ao ser humano, mas para o meio ambiente”, disse o professor de geologia da Universidade Estadual de Londrina (UEL) Cleuber Moraes Brito, que é consultor na área de meio ambiente e mineração.

Produtores enfrentam o desafio de dobrar a produção sem desmatar – “G1” – 07/11/2015

Na segunda parte da reportagem sobre as três décadas do sistema lavoura-pecuária-floresta, o Globo Rural traz o desafio que a agricultura brasileira tem pela frente: dobrar a produção de grãos e de carne, sem desmatar, nos próximos dez anos. A conquista do cerrado com a correção do solo e a criação de plantas adaptadas ao clima do Brasil, principalmente a soja, fez a explosão da agricultura brasileira para tornar o país um dos maiores produtores de carne e grãos do mundo. Calcula-se em 30 milhões de hectares os pastos que precisam ser renovados só no cerrado. A área equivalente ao espaço hoje ocupado por toda a agricultura nacional. Recuperar essas terras seria como criar um novo Brasil agrícola ao lado do atual. Esse é um dos grandes objetivos da integração lavoura-pecuária-floresta. Em cerca de três milhões de hectares já se usa o sistema de integração lavoura-pecuária no Brasil. Uma área difícil está sendo enfrentada agora: a recuperação de solos arenosos.

Prêmio Pinóquio denuncia a irresponsabilidade de multinacionais diante da crise climática – “Carta Maior” – 08/11/2015

Em cerca de um mês, Paris sediará a COP21 – 21ª Conferência do Clima da ONU – um encontro crucial para tentar conter, enquanto é tempo, as consequências mais catastróficas das alterações climáticas. À medida que as conferências intergovernamentais se sucedem e reduz-se a esperança de se chegar a um acordo com sanções de redução drástica das emissões globais de gases de efeito estufa, o papel central das multinacionais no processo das COPs tem sido cada vez mais contestado. A Conferência do Clima de Paris não será uma exceção. O Prêmio Pinóquio procura justamente denunciar a influência nefasta e o falso discurso das multinacionais. Este ano, o grande prêmio da irresponsabilidade e da hipocrisia das multinacionais, organizado pela ONG Amigos da Terra com várias outras associações, será inteiramente dedicado ao desafio climático. Nove empresas estão indicadas em três categorias – Lobby, Greenwashing e Impactos Locais – e serão escolhidas pela Internet. A votação já está aberta e vai até 2 de dezembro no site no Prêmio Pinóquio.

Trabalho decente contra pobreza e fome – “IPS” – 09/11/2015

Oito anos depois do início da crise financeira e econômica mundial, o desemprego aumentou, afetando mais de 200 milhões de pessoas no mundo, e se trata apenas de uma fração dos que vivem em condições de vulnerabilidade e insegurança. Na verdade, mais de quatro quintos da força de trabalho estão fora do setor formal, quase sem acesso a benefícios sociais. Quando é preciso sobreviver sem proteção social, o desemprego não é uma opção para a maioria das pessoas pobres do mundo. Por outro lado, seu destino provavelmente se pareça mais com o dos trabalhadores pobres ou de baixa renda devido ao subemprego, à baixa produtividade ou às limitadas opções de sobrevivência. Segundo as últimas estimativas do Banco Mundial, o número de pessoas em situação de extrema pobreza (renda de menos de US$ 1,25 por dia) diminuiu de 1,93 bilhão, em 1981, para 1,91 bilhão, em 1990, e para 1,01 bilhão, em 2011, com projeção para este ano de 835,5 milhões.

Volkswagen admite mais fraudes – “Envolverde” – 09/11/2015

Volkswagen confessa que não apenas violou testes de emissão de poluição, mas que também cometeu “irregularidades” em testes de emissão de CO2. Cerca de de 800.000 carros na Europa cometeram violações em testes de emissões de gases de efeito estufa, além dos 11 milhões ao redor do mundo que já tinham sido anunciados com fraude de emissões de poluentes. No entanto, enquanto a própria montadora está investigando suas operações na Europa, pouco tem sido feito no Brasil. A notícia surge logo após fiscais nos Estados Unidos ampliarem investigações para outros modelos e encontrarem provas de que os carros a diesel da Audi e Porsche, além de modelos a gasolina, também contêm softwares que burlam testes de emissões de poluentes.

#AgoraÉQueSãoElas busca promover a igualdade de gênero – “Instituto Filantropia” – 09/11/2015

A campanha #AgoraÉQueSãoElas tem como objetivo dar espaço a mulheres em locais ocupados por homens. Como exemplo temos o colunista Gregório Duvivier que cedeu seu espaço na Folha de São Paulo, no dia 2 de novembro, para Manoela. Ela usou a coluna para falar sobre a manifestação ocorrida em São Paulo contra o Projeto de Lei (PL) 5.069/13, de autoria de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que dificulta o acesso de vítimas de estupro ao aborto e à pílula do dia seguinte. A doutora em ciência sociais e professora da Universidade Federal da Bahia Maíra Kubik Mano escreveu para o blog do jornalista Leonardo Sakamoto sobre a falta de espaço para as mulheres em veículos de comunicação tradicionais. Outros jornalistas e escritores também cederam espaço a mulheres ao longo desta semana como parte da campanha #AgoraÉQueSãoElas.

Ecologistas recorrem contra projeto na Grande Barreira de Corais – “G1” – 09/11/2015

Ecologistas australianos apresentaram nesta segunda-feira (9) um novo recurso à justiça depois que o governo de Canberra autorizou um polêmico projeto de mineração do grupo indiano Adani, que os ativistas consideram não levar em consideração o impacto à Grande Barreira de Corais. O projeto, com valor de 16,5 bilhões de dólares australianos (10,45 bilhões de euros), é muito criticado pelos grupos de defesa do meio ambiente. Para os ecologistas, o carvão produzido contribuirá para o aquecimento global e também afetará o maior recife de corais do mundo, considerado patrimônio da humanidade, já que o produto deverá transitar por um porto próximo. O projeto, que o governo australiano autorizou pela segunda vez em 15 de outubro, depois que a justiça o invalidou uma primeira vez, prevê a exploração de uma mina de carvão no estado de Queensland, que seria uma das maiores do mundo.

Elton John e Bon Jovi liderarão show de 24 horas pelo meio ambiente – 09/11/2015

Elton John e Bon Jovi serão as atrações principais de um show de 24 horas este mês que busca a mobilização para a defesa do meio ambiente antes da conferência sobre mudança climática em Paris – anunciaram os organizadores nesta segunda-feira. O evento, promovido pelo ex-vice-presidente dos Estados Unidos e vencedor do Prêmio Nobel da Paz, Al Gore, vai incluir no seu programa artistas, cientistas e políticos e será transmitido ao vivo pela Internet entre 13 e 14 de novembro. “A cada hora, a transmissão vai incluir a participação de um elenco de primeira linha de estrelas que emitem mensagens que vão pensar”, disseram os organizadores em um comunicado. “A transmissão busca que os líderes mundiais promovam o melhor acordo possível sobre o clima na conferência das Nações Unidas em Paris, e provocar a mobilização das pessoas em suas próprias comunidades e casas”, acrescentou.

Xangai, Washington e Mumbai podem ficar parcialmente alagadas em 2100 – “Terra” – 10/11/2015

Cerca de 130 milhões de pessoas vivem em áreas de risco pelo aumento do nível do mar devido ao aquecimento global, o que pode deixar parte de cidades como Mumbai, Washington e Xangai debaixo d’ água, segundo um estudo publicado na revista “Proceedings” da National Academy of Sciences. O relatório analisa os vínculos entre as emissões de carbono, a temperatura da Terra e a alta dos níveis dos oceanos perante dois cenários: um aumento do aquecimento global de dois graus Celsius ou de quatro graus. Além disso, oferece imagens simuladas de como ficariam cidades icônicas como Washington, Londres, Sydney, Buenos Aires e Rio de Janeiros com as águas ocupando parte de suas ruas. O pesquisador principal do grupo Climate Central e responsável pelo estudo, Ben Strauss, apontou que mesmo o aumento de dois graus “representa um perigo existencial a longo prazo para muitas grandes cidades e regiões litorâneas”.

Após polêmica, SeaWorld encerrará show ‘teatral’ com orcas em San Diego – “G1” – 11/11/2015

A rede de parques temáticos norte-americana SeaWorld anunciou nesta segunda-feira (9) que vai encerrar os espetáculos ‘teatrais’ com orcas no parque de San Diego, após anos de críticas pelo suposto maltrato que os animais recebem. A empresa afirmou que a partir de 2017 substituirá os famosos números nas instalações californianas de San Diego por uma atração mais “informativa”. “Não somos apenas um animal, não somos apenas uma exibição, não somos apenas uma atração”, explicou o diretor-geral Joel Manby durante uma reunião com investidores que foi transmitida pela internet. “Estamos num processo de ouvir nossos clientes e estamos evoluindo como empresa”, apontou. “Sempre estamos mudando”. A SeaWorld sofreu um duro golpe em 2013 após a estreia do documentário “Blackfish”, que denunciou os estragos sofridos pelas orcas em cativeiro vivendo em tanques reduzidos e com pouca iluminação, além de serem submetidas a duros treinamentos para aparecer em seu espetáculo mais famoso.

Projeto de gaseificação de resíduos sólidos é premiado – “USP” – 11/11/2015

O engenheiro ambiental Luiz Henrique Targa Gonçalves Miranda, aluno do Programa de Educação Continuada (PECE) da Escola Politécnica (Poli) da USP, desenvolveu um projeto de pesquisa no qual propõe a tecnologia da gaseificação de resíduos sólidos para o município de Itanhaém, localizado no litoral sul de São Paulo. O projeto acaba de conquistar o primeiro lugar no concurso de monografias Eco_Lógicas, promovido pela Organização Latino-Americana de Energia (Olade). A Olade é entidade internacional, criada em 1973, e que reúne 27 países da América Latina e Caribe, incluindo o Brasil, e pelo Instituto Ideal. O trabalho vencedor foi desenvolvido sob orientação da professora doutora do PECE, Suani Teixeira Coelho, do Programa de Pós-Graduação em Energia do Instituto de Energia e Ambiente da USP (PPGE-IEE), do Programa Integrado de Pós-Graduação (PIPG) em Bioenergia (PIPG/Bioenergia/USP/Unicamp/Unesp), e coordenadora do Grupo de Pesquisa em Bioenergia/GBIO, antigo Cenbio.

Programa facilita o acesso de agricultores familiares a sementes e mudas – “EBC” – 11/11/2015

O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome e o Ministério do Desenvolvimento Agrário lançaram o Programa Nacional de Sementes e Mudas para a Agricultura Familiar. O programa amplia o acesso dos agricultores familiares a sementes e mudas de qualidade, adaptadas para cada região. Com um maior uso de sementes nativas, o programa pretende fortalecer a produtividade dos agricultores familiares. As ações têm o objetivo de apoiar a produção, melhoramento, resgate, conservação, multiplicação e distribuição das sementes e mudas. O lançamento aconteceu durante a 5ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, em Brasília, na última sexta-feira (6). Serão beneficiados agricultores familiares que possuem Declaração de Aptidão ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e que atendam aos requisitos estabelecidos para a aquisição de sementes do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).

Embrapa cria plástico biodegradável que pode ser produzido em minutos – “Sbera” – 12/11/2015

A Embrapa Instrumentação de São Carlos (SP) desenvolveu um plástico biodegradável que pode ser produzido em escala e em poucos minutos. Feita à base de açúcares e sem aditivos químicos, a nova película se parece com a tradicional, mas demora apenas um mês para ser decomposta, não mais 100 anos. Coordenador do estudo, Luiz Henrique Mattoso explicou o produto. “São várias moléculas de açúcares e, por isso, o plástico tem a característica de ser biodegradável por microorganismos que geralmente digerem açúcares”, afirmou, complementando que a fabricação é mais econômica do que a tradicional. Segundo ele, o plástico pode ser produzido em temperaturas e pressões menores que os sintéticos, gerando redução de energia elétrica.

G20 investe quase meio trilhão de dólares em fontes fósseis – “Exame” – 12/11/2015

Os países já sabem que 3/4 das reservas provadas de petróleo, gás e carvão do mundo devem permanecer intocadas se quisermos evitar as mudanças climáticas perigosas de um aumento superior a 2ºC na temperatura do Planeta. É por isso que, em 2009, os integrantes do G20 se comprometeram a eliminar progressivamente os subsídios aos combustíveis fósseis “a médio prazo”, uma promessa que se repetiu na sua reunião de 2014 em Brisbane. Acontece que, na prática, a promessa não se cumpre. Um estudo divulgado nesta quinta-feira (12) mostra que os governos dos principais países industrializados fornecem mais de US$ 450 bilhões por ano para apoiar a produção de combustíveis fósseis. Isso é quase quatro vezes os subsídios mundiais para a expansão das energias renováveis, que totalizou US$ 121 bilhões em 2013, segundo dados da Agência Internacional de Energia (AIE). A “promessa vazia” feita pelo G20 é o foco do novo relatório do Overseas Development Institute e da Oil Change International, que reúne, pela primeira vez, informações detalhadas sobre os subsídios dos países para a produção de petróleo, gás e carvão.

Da lama ao caos: o País que não queremos – “Socioambiental” – 13/11/2015

A tragédia do rompimento das barragens de rejeitos de mineração da Samarco, empresa controlada pela Vale e pela australiana BHP Billiton, deixa exposta a ferida brasileira sobre os descaminhos políticos que vivemos, principalmente em relação a questões socioambientais. Mortes de um (ainda) sem número de pessoas, uma cidade inteira destruída, fauna e flora dizimadas, rios estéreis, desabastecimento público de água e outros tantos danos irreparáveis poderiam e deveriam ter sido evitados. A tônica sempre latente no Brasil é a da insuficiência de planejamento e de prevenção, além do desrespeito aos direitos dos vulneráveis, invisíveis aos olhos do Estado, refletindo o descaso do Poder Público e das empresas exploradoras de recursos naturais com a mais relevante orientação constitucional em relação ao Direito Socioambiental: sendo os danos socioambientais de impossível ou difícil reparação, geralmente com drásticas e duradouras consequências para a população e o equilíbrio ecológico, é preciso sempre adotar práticas de prevenção destinadas a antecipá-los e, com isso, evitá-los.

Madeira ilegal da Amazônia chega impunemente à Europa – “Greenpeace” – 14/11/2015

A operação “Madeira Limpa”, deflagrada pela Polícia Federal e o Ministério Público Federal de Santarém, no final de agosto de 2015, desmantelou uma rede de corrupção e comércio ilegal de madeira atuando em diversos municípios do Pará, e de outros estados. Entre os envolvidos está uma madeireira, chamada Iller, que exportou para diversas empresas da Europa. A investigação do Greenpeace mapeou a cadeia de custódia da Iller, observando para quem ela vendeu diretamente nos últimos 18 meses. O relatório expõe, mais uma vez, importadores que têm falhado com a sua obrigação de mitigar os riscos de adquirir madeira ilegal. Ao todo são 26 empresas europeias que, por meio de comercializações com a Iller, estão importando madeira potencialmente ilegal da Amazônia e assim contribuindo para a destruição da floresta.

A crise de refugiados e a ajuda ao desenvolvimento – “Ips” – 14/11/2015

Como a crise dos refugiados ameaça transtornar os orçamentos nacionais dos países doadores da Europa ocidental, o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, pediu à comunidade internacional que não abandone seu compromisso histórico com a ajuda ao desenvolvimento dos países mais pobres. O pedido de Ban, feito no dia 11, aconteceu dois dias depois que uma conferência de doadores da ONU informou sobre a “dramática redução” nos compromissos dos doadores, de US$ 560 milhões em 2014 para US$ 77 milhões no ano em curso. A IPS perguntou ao porta-voz adjunto das Nações Unidas, Farhan Haq, se o pedido do secretário-geral foi consequência da redução desses compromissos. “É a resposta a muitos fatores, entre eles as inquietudes expressas por alguns Estados sobre a manutenção dos níveis de ajuda”, respondeu.

Restaurar natureza tomada por lama é impossível; rio Doce pode desaparecer – “Uol” – 14/11/2015

Os danos ambientais causados pela passagem da enxurrada de lama, provocada pelo rompimento de barragens da Samarco em Mariana (MG), foram drásticos, e a restauração total é tida como impossível, segundo ambientalistas ouvidos pelo UOL. A lama “cimentou” o bioma e pode até ter causado a extinção de animais e plantas que só existiam ali –a natureza local morreu soterrada. Além disso, a bacia do rio Doce ficou vulnerável e terá de criar um novo curso. Segundo o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente), estima-se que foram lançados 50 milhões de m³ de rejeito de mineração (o suficiente para encher 20 mil piscinas olímpicas). A lama atingiu diretamente o Gualaxo do Norte, afluente do rio Doce. A enxurrada avança pela calha do Doce, que corta cidades de Minas Gerais e Espírito Santo até desaguar no oceano Atlântico. O grande montante de lama com rejeitos de minério de ferro e manganês está bloqueando o curso natural dos rios. Com isso, a água corrente começa a buscar alternativas para fluir, e a escolha pode não levar a um final feliz.

Ambientalistas querem maior rigor em novo código de mineração – “El País” – 14/11/2015

Deputados ligados às causas ambientais devem usar o desastre de Mariana (MG) como pano de fundo para cobrar maior rigor nas regras que estão sendo inseridas no Código de Mineração em discussão na Câmara dos Deputados desde 2013. O novo código, que substituirá o elaborado em 1967, estava quase pronto para ser votado no fim de setembro, mas as discussões empacaram no Legislativo muito por conta de questões relacionadas às comunidades atingidas pelas mineradoras. Agora, depois do registro de ao menos sete mortes (há ainda 18 desaparecidos) nos rompimentos de barragens da mineradora Samarco, o assunto voltará à pauta do Legislativo. Dois pontos que dificultaram o andamento da nova lei e causaram discordância no relatório preliminar elaborado pelo deputado Leonardo Quintão (PMDB-MG) foram sobre o principal imposto pelas mineradoras, a Compensação Financeira pela Exploração Mineral (CFEM), e sobre o direito de explorar a área onde haveria minério.

Mariana, a dependência da mina que paga pouco à região que devastou – “El País” – 15/11/2015

A tragédia de Mariana trouxe à tona novamente os riscos da mineração para as áreas do entorno das minas ao mesmo tempo que evidenciou a lógica de dependência econômica dessas cidades que contam com a atividade como principal fonte de renda dos municípios. O rompimento das duas barragens da Samarco, que contabiliza ao menos 7 mortos, 18 desaparecidos e causou danos incalculáveis, também deixou claro que o retorno econômico que a mineradora dá a cidades, como Mariana, se torna muito pequeno diante dos estragos gerados pela atividade. No ano passado, a Samarco, controlada pela Vale e pela australiana BHP, pagou em royalties pela exploração em Minas Gerais cerca de 54 milhões de reais, sendo que desse total 20 milhões ficaram em Mariana. O valor que a cidade recebeu não chega a 1% do lucro líquido da mineradora em 2014, que chegou a 2,8 bilhões de reais. A quantia repassada, no entanto, está dentro da lei.

Índios fecham ferrovia da Vale em MG em protesto contra ‘morte de rio sagrado’ – “BBC” – 15/11/2015

“Com a gente não tem isso de nós, o rio, as árvores, os bichos. Somos um só, a gente e a natureza, um só”, diz. Ele respira fundo: “Morre rio, morremos todos”. Parte dos 800 km de extensão do rio Doce, contaminado pela lama espessa que escoa há 10 dias de duas barragens de rejeitos da mineradora Samarco, em MG, atravessa a reserva da tribo. Tida como sagrada há gerações, toda a água utilizada por 350 índios para consumo, banho e limpeza vinha dali. Não mais. Sem água há mais de uma semana, sujos e com sede, eles decidiram interromper em protesto a Estrada de Ferro Vitória-Minas, por onde a Vale, controladora da Samarco e da ferrovia, transporta seus minérios para exportação. “Só saímos quando tiverem a dignidade de conversar com a gente. Destruíram nossa vida, arrasaram nossa cultura, e nos ignoram. Não aceitamos”, anuncia o índio Aiá Krenak à BBC Brasil.

Ataques em Paris: houve falha de segurança? Pergunta divide especialistas – “BBC” – 16/11/2015

Se o país estava em alerta, por que as agências de segurança francesas não conseguiram evitar os ataques que deixaram cerca de 130 mortos e outras três centenas de feridos? A resposta parece apontar para eventuais falhas dos serviços de segurança, mas ela não é tão óbvia assim. Desde janeiro, as ruas do país são vigiadas por milhares de militares, e 25 mil policiais patrulham lugares com potencial para serem escolhidos como alvo de atentados. O problema é que as autoridades “não podem prever onde será realizado o próximo ataque”, analisou Frank Gardner, correspondente de Segurança da BBC. E muitos especialistas vão na mesma linha. Para a porta-voz do Partido Socialista (governista) , Corinne Narassinguin, “obviamente houve uma falha da inteligência francesa”, e as investigações sobre o que ocorreu mostrarão no que os serviços de segurança devem melhorar.

O país tem 29 barragens ainda mais precárias que a de Mariana – “Observatório da Imprensa” – 17/11/2015

Brasil possui 29 barragens de rejeitos de mineração cuja estrutura, segundo o governo, é muito mais precária do que as que se romperam há uma semana no município de Mariana, em Minas Gerais. Dessas, 18 possuem selo de alto dano potencial associado — ou seja, poderão ter impacto semelhante ou maior do que o desastre ambiental gerado pela Samarco, empresa da Vale e da BHP Billiton, no último dia 5. Aos Fatos e Volt Data Lab tiveram acesso a dados do Departamento Nacional de Produção Mineral, do Ministério de Minas e Energia, de 2014. Conforme o monitoramento do governo, as barragens recebem uma classificação de A até E pela relação entre combinação de risco de rompimento e dano potencial associado. Isso significa que uma barragem com baixo risco e baixo dano associado recebe a nota E, enquanto que uma com alto risco e alto dano recebe A.

Zika vírus é ‘principal hipótese’ para aumento de microcefalia, diz Saúde – “G1” – 17/11/2015

O Ministério da Saúde informou nesta terça-feira (17) que os casos de contaminação por zika vírus registrados no primeiro semestre são a “principal hipótese” para explicar o aumento da ocorrência de microcefalia na região Nordeste. A microcefalia é uma condição rara em que o bebê nasce com o crânio do tamanho menor do que o normal. Boletim epidemiológico com dados reunidos até esta segunda (16) aponta a ocorrência de 399 casos em 2015, em sete estados. O zika é da mesma família do vírus da dengue, porém menos agressivo, e foi identificado pela primeira vez no Brasil em abril deste ano. Primeiro estado a identificar o aumento nos casos de microcefalia, Pernambuco tem o maior número de ocorrências até agora – 268 bebês diagnosticados em 2015. Também foram registrados 44 casos em Sergipe, 39 no Rio Grande do Norte, 21 na Paraíba, 10 no Piauí, 9 no Ceará e 8 na Bahia.

Samarco admite risco de rompimento nas barragens Santarém e Germano – “G1” – 18/11/2015

Representantes da mineradora Samarco, cujos donos são a Vale e a anglo-australiana BHP, admitiram nesta terça-feira (17) que há risco de rompimento nas barragens de Santarém e Germano – que ficam perto da que se rompeu no dia 5 de novembro, em Mariana, na Região Central de Minas Gerais. “Tem o risco e nós, para aumentar o fator de segurança e reduzirmos o risco, nós estamos fazendo as ações emergenciais necessárias”, declarou o gerente-geral de projetos estruturais da Samarco, Germano Lopes. Ainda na coletiva, diretor de operações e infraestrutura da Samarco, Kléber Terra, disse que o fator de segurança na barragem de Santarém é de 1,37, o que significaria uma estabilidade de 37% acima do equilíbrio limite que é 1. Na de Germano, o diretor afirmou que o dique Selinha – que é uma das estruturas – tem índice de 1,22, o menor em todo o complexo.

Barcarena: uma ilha de grandes projetos e grandes desastres – “Carta Maior” – 19/11/2015

25 homens da empresa Cidade Limpa, apoiados por quatro tratores levaram quase uma semana para retirar aproximadamente 300 cabeças de gado que aportaram na praia do distrito do Murucupi (também conhecido como São Marcos), na Vila do Conde, setor industrial de Barcarena, município localizado à uma hora e meia de barco da capital paraense. O local foi um dos mais afetados após o adernar do navio de bandeira libanesa, Haidar, no Pier 300, do porto da Companhia Docas do Pará (CDP) no dia 06 de outubro de 2015. A embarcação transportava cinco mil bois e 600 mil litros de óleo para a Venezuela. O naufrágio com carga viva já é considerado o maior do mundo em águas fluviais. A praxe do Estado em relação a grandes acidentes no Pará tem sido reativa. Não existe um plano de contingência, apesar da ilha industrial registrar desastres de grandes proporções desde 2004.

Reino Unido fechará usinas de carvão em 2025 – “IHU” – 19/11/2015

A secretária de Energia e Mudanças Climáticas do Reino Unido, Amber Rudd, anunciou nesta quarta-feira (18) que o país fechará todas as usinas de carvão em 2025. Se o plano se confirmar, a Grã-Bretanha será o primeiro grande país a encerrar as operações das usinas. A solução para alcançar segurança energética, porém, não será ousada no investimento em renováveis: a lacuna deixada pelo carvão deve ser preenchida com gás e usinas nucleares. Em discurso, Rudd afirmou que a medida é um “reset” na política energética inglesa. Segundo ela, o Reino Unido enfrenta o legado de subinvestimento e envelhecimento das estações de energia. “Não pode ser satisfatório para uma economia avançada como o Reino Unido contar com centrais elétricas poluentes de 50 anos de idade, alimentadas com carvão. Deixe-me ser clara: este não é o futuro.” Atualmente, 30% da energia no Reino Unido vêm dessa fonte. A medida foi recebida com cautela por ambientalistas. Ao Guardian, David Nussbaum, diretor-executivo da WWF, afirmou que é positiva a eliminação progressiva do carvão, mas questionou a estratégia pouco ambiciosa em energias renováveis, no momento em que a geração eólica e solar cresce no mundo todo.

Relatório do Greenpeace indica que o desmatamento pode estar na mesa do brasileiro – “Greenpeace” – 20/11/2015

Você sabe de onde vem a carne que você come? E se você descobrisse que a picanha do churrasco de domingo foi produzida às custas do desmatamento, alimentando uma cadeia criminosa de grilagem de terra e um ciclo de violência, desrespeito e destruição na Amazônia? Pois não é nada fácil saber. Hoje, os principais supermercados do Brasil não garantem para seus clientes que a carne vendida nas gôndolas respeita o meio ambiente e os direitos humanos. É hora de mudar isso. O supermercado que vende a carne tem o poder de quebrar essa corrente. Cada um de nós, juntos, pode pressionar os supermercados para liderar essa mudança e trazer a proteção das matas para o centro de suas políticas de compra de carne bovina. O primeiro passo está sendo dado agora: o Greenpeace lança hoje (18) o relatório “Carne ao Molho Madeira – Como os supermercados estão ajudando a devastar a Amazônia com a carne que está em suas prateleiras”.

 




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