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Dia 15 de setembro é o último dia para apresentação de trabalhos para o prêmio jornalístico sobre a água

setembro 3rd, 2010 Posted in Geral | No Comments »

A agência de notícias IPS Inter Press Service e a AmBev, lançam o prêmio jornalístico “Água: o mais essencial dos recursos naturais”.

 O objetivo desta iniciativa é promover uma maior atenção dos jornalistas e dos meios de comunicação para o recurso natural mais importante, a água, um recurso finito e pré-requisito para a vida. Serão de especial interesse os materiais e análises sobre a gestão dos recursos hídricos, as fontes de água potável e suas condições de salubridade, o saneamento e o tratamento das águas residuais, o uso responsável da água, e o efeito da mudança climática no nível do mar.

 Os três melhores trabalhos serão premiados com U$S 5.000, U$S 3.000 e U$S 3.000 respectivamente, e os cinco melhores serão incluídos em um livro que será editado após a divulgação do resultado.

 Poderão ser apresentados trabalhos publicados entre 1º de janeiro e 31 de agosto de 2010, em meios impressos de circulação periódica permanente e em sites de informação online, de investigação, empresariais e de organizações da sociedade civil da América Latina.

Não serão aceitas inscrições que cheguem ao destino depois de 15 de setembro de 2010.

O regulamento e os formulários para a inscrição no concurso estão disponíveis no site http://www.ipsnoticias.net/_focus/concurso/agua-pt.asp.

Setor da construção muda o perfil dos seus trabalhadores e está perto de erradicar o analfabetismo

setembro 3rd, 2010 Posted in Geral | No Comments »

No próximo dia 8 de setembro comemora-se o Dia Internacional da Alfabetização. A construção civil, que sempre foi vista como um setor com alto índice de analfabetismo, tem se mobilizado para mudar essa realidade. Empresários e entidades ligadas ao segmento têm promovido, há alguns anos, em todo o País, programas de alfabetização e aperfeiçoamento educacional como forma de reduzir esse cenário histórico da mão de obra empregada nos canteiros.

Segundo dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) do Ministério do Trabalho e Emprego, o percentual de analfabetos no setor da construção civil diminuiu mais de 60% nos últimos dez anos. No ano 2000, o número de trabalhadores analfabetos era de 29 mil em um universo de 1,1 milhão, ou seja, 3%. Já em 2009 (último dado da série histórica da RAIS), cerca de 23 mil trabalhadores, num total de 2,2 milhões, que não sabiam ler nem escrever, o que representava 1% do universo de operários da construção.

A mobilização do setor também tem conseguido elevar o nível de escolaridade dos trabalhadores. No ano 2000, apenas 124 mil empregados da construção haviam concluído o ensino médio. Dez anos depois, esse número é 4,5 vezes maior, o que representa um número de 561 mil trabalhadores com ensino médio completo. Ao analisar as informações da RAIS, percebe-se que, ano a ano, a escolaridade dos trabalhadores vem aumentando em virtude das ações promovidas pelo setor e, claro, pelo empenho e disposição dos colaboradores da construção civil em estudar.

Para o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Paulo Safady Simão, a modernização do setor exige trabalhadores mais qualificados, com um novo perfil e que sejam capazes de assimilar as novas técnicas construtivas. “É necessário erradicar o analfabetismo e elevar a escolaridade dos nossos trabalhadores. Desse modo, contribuiremos para a melhoria da qualidade de vida dos empregados, para a redução do número de acidentes, elevando a eficiência do trabalho e proporcionando uma redução de desperdícios e perdas nos canteiros de obras”, comenta Paulo Simão.

Programas

Em diversas cidades brasileiras foram criadas salas de aula dentro dos canteiros de obras para a alfabetização e elevação da escolaridade dos trabalhadores. O Rio de Janeiro foi pioneiro neste tipo de iniciativa. Em 1990, o Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon-Rio) lançou o projeto Alfabetizar é Construir, destinado à educação do trabalhador.

Com orientação educacional do Serviço Social da Indústria (SESI) e coordenação da educadora Célia Macieira, o projeto busca motivar os funcionários para a alfabetização, a qualificação profissional e o exercício da cidadania. Segundo Macieira, que também faz parte do Departamento de Relações Institucionais do Sinduscon-Rio, o Alfabetizar é Construir possui metodologia própria, ou seja, a didática adotada é adequada, ligando o aprendizado ao cotidiano do trabalhador. “Já está comprovado que esta didática é a melhor possível”, explica ela, afirmando que o projeto é um investimento válido que significa um passo decisivo para que a Indústria da Construção se torne mais produtiva e qualificada. “Mais de 12 mil pessoas já passaram pelas salas de aula desde o início do projeto”, conta.

Em 2008, o Sinduscon-CE também construiu em parceria com o SESI-CE uma grande obra: o Projeto Educação na Construção, que desenvolveu especialmente para os canteiros de obras três oficinas de educação continuada (Biblioteca itinerante, Oficina de leitura e de Matemática). Este ano, o sindicato implantou uma nova oficina - Construção Virtual, que oferece aos operários a oportunidade de adquirir conhecimentos básicos de leitura, projeção e construção da planta baixa de um imóvel usando os recursos do BrOffice Draw. “Além de possibilitar que o operário passe a compreender as plantas e projetos, aprimorando mais um conhecimento referente à sua profissão, a oficina promove também maior familiaridade do manuseio da informática”, afirma a vice-presidente de sustentabilidade do Sinduscon-CE, Paula Frota.

O projeto deu tão certo no estado do Ceará que o Fórum de Ação Social e Cidadania (FASC) da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) resolveu adaptá-lo e disseminar para outros estados. Para a presidente do FASC, Maria Helena Mauad, a implantação do projeto Educação na Construção foi de grande satisfação para o Fórum. “Conseguimos perceber a importância e aceitação que foi para os operários da Construção. A inclusão deu-se não só como cidadão, mas acima de tudo na própria família, onde puderam trocar ideias e conhecimentos com os próprios filhos”, comenta Mauad, acrescentando que tem certeza que, seguindo este caminho, é possível conseguir o resgate profissional e pessoal destes operários.

Outro sindicato que se preocupa com a questão educacional é o Sinduscon de São Paulo. Em agosto passado, em parceria com o SESI-SP, o sindicato lançou o Programa de Elevação de Escolaridade, com objetivo de elevar a escolaridade dos trabalhadores da construção civil referente aos primeiros anos do ensino fundamental (1ª a 4ª séries) e aperfeiçoar seus conhecimentos relativos à Língua Portuguesa e Matemática, no que diz respeito a todas as atividades sociais nas quais eles estão inseridos. “O programa ajudará o trabalhador a entender melhor seu papel na sociedade e melhorar a comunicação com os companheiros”, afirma Maristela Honda, vice-presidente de Responsabilidade Social do Sinduscon-SP.

O Serviço Social da Construção Civil do Distrito Federal (Seconci-DF) também se preocupa com a alfabetização e escolaridade dos trabalhadores do setor. Prova disso é que em 1991 iniciou o projeto Alfabetização e Cidadania. O projeto cresceu e foi além da alfabetização dos operários. Em 2000, passou a atender o primeiro segmento do Ensino Fundamental (1ª a 4ª série) e, dois anos depois, o segundo segmento (5ª a 8ª série). “É muito importante esse trabalho, pois é uma forma de resgatar a cidadania do aluno”, afirma o gerente de alfabetização e capacitação do Seconci-DF, Geraldo Henrique Gomes.

Projeto Brasilidade revela que 78% têm orgulho de ser brasileiro e 61,9% estão otimistas com o futuro

setembro 3rd, 2010 Posted in Geral | No Comments »

Qual é a autopercepção do brasileiro do século 21, passados 188 anos da declaração de Independência pelo príncipe-regente Dom Pedro I? De acordo com dados do Projeto Brasilidade, 78% dos entrevistados têm orgulho de ser brasileiro; 57% têm sempre orgulho; e 21,4% têm orgulho na maior parte do tempo. No comparativo entre as Regiões, o Nordeste apresenta o maior índice de orgulho do País, 88%; o Sul apresenta o menor, 56%. Desenvolvido pela empresa República – Opinião dos Brasileiros, o Projeto Brasilidade mostra que o brasileiro inicia a década altivo e que a avaliação positiva do País implica em uma autoestima mais elevada; em um claro otimismo perante o futuro.

Segundo o sociólogo e cientista político Rodrigo Mendes Ribeiro, diretor-geral da República e coordenador da pesquisa, os dados indicam que há uma tendência de passar a avaliar o Brasil cada vez melhor. “Na prática, orgulho, a avaliação positiva do País e a predominância de uma visão de futuro positiva marcam a ruptura com o complexo de vira-lata, descrito por Nelson Rodrigues. Embora haja uma relação de orgulho, não se trata de uma visão do País apaixonada e cega”, analisa Ribeiro, acrescentando que o estudo revela “um novo Brasil, com importantes mudanças que originaram uma sociedade mais complexa e rica; uma sociedade que não cabe mais nos estereótipos, cujo fardo histórico está sendo abandonado para abrigar novos traços de brasilidade”.

O Projeto Brasilidade mostra que o que mais traz orgulho aos brasileiros são as belezas naturais (46%), o Carnaval (33%), os símbolos nacionais (26%) e o povo (31%): espírito, capacidade, jeito. As belezas naturais são as mais citadas na classe de consumo A (51%) e pelos moradores das Regiões Norte (70%) e Sul (68%) do País; enquanto o jeito de ser do brasileiro é apontado como critério de satisfação especialmente pelos entrevistados da Região Norte (67%). O Carnaval é destaque da classe D (40%) e dos moradores do Norte (61%) e Sudeste (39%). Na classe A, o hino nacional foi citado por 40% e por 51% dos moradores do Norte do Brasil. Quanto à classe social e ao gênero, os ricos e as mulheres são os que têm mais orgulho. Os brasileiros da classe A (86%) são os que se mostram mais orgulhosos – assim como a faixa etária de 65 a 70 anos (83%) e os com menor escolaridade.

Expectativas para o futuro

De acordo com Rodrigo Mendes Ribeiro, “o levantamento nacional, considerando todas as classes socioeconômicas, revela que 61,9% dos brasileiros estão otimistas com relação ao futuro”. Os brasileiros das classes A e B são os mais otimistas – 76,5% e 65,4%, respectivamente. Na classe A, cerca de 9,3% revelam que estão muito otimistas com relação ao futuro contra 6,1% da classe B. Entre a classe C, os percentuais para otimista e muito otimista são, respectivamente, 58,5% e 6,4%; nas classes D e E, o percentual de otimistas é de 60,8% – dos quais 11,8% revelam-se muito otimistas.

A análise das Regiões mostra que os brasileiros do Norte e Sudeste são os mais otimistas do Brasil – 64,5%  e 64,1%, respectivamente. No Centro-Oeste e Sul estão os menores percentuais de otimismo – 58,6% e 55,2%; no Nordeste, 60,8% estão otimistas. Com relação à idade, os jovens com idade entre 25 anos e 29 anos são os mais otimistas, alcançando o percentual de 71,8%. Entre os com idade entre 30 anos e 39 anos, o índice é de 67,3‰ contra 57,1% dos com idade entre 50 anos e 59 anos. Entre os brasileiros com idade entre 18 anos e 24 anos, a porcentagem é de 56,7%.

Sobre a República – Opinião dos Brasileiros

A República é uma empresa de pesquisa de opinião pública especializada na alma do brasileiro. Comprometida com o País e a sociedade, a República desenvolve estudos relevantes sobre o que pensa e sente o brasileiro. A singularidade do brasileiro que transcende as diferenças de gênero, idade, escolaridade, renda e religião é matéria-prima para uma investigação que associa a pesquisa tradicional à estatística, sociologia, neurociência, antropologia, economia e ferramentas diferenciadas de pesquisa. A série Estudos da República tem a proposta de ir além das fronteiras das pesquisas convencionais para construir um referencial único como base de sustentação para projetos a serem conduzidos para universidades, governos, empresas e organizações da sociedade; estudos que se tornam instrumento da construção de um país melhor.

Com um sistema de inteligência em estratégia, a República tem como objetivos: compreender padrões de comportamento da sociedade; identificar tendências sociais; estruturar um banco de dados que permita acompanhar a evolução da sociedade brasileira; ajudar a produzir uma agenda positiva de fortalecimento da autoestima do povo; permitir uma reflexão crítica das raízes da identidade nacional; e contribuir para a formação de uma cidadania ativa e consciente. Dirigida pelo sociólogo e mestre em Ciência Política, Rodrigo Mendes Ribeiro, a República tem sede em São Paulo e escritórios no Rio Grande do Sul (Porto Alegre) e Minas Gerais (Belo Horizonte).

Sobre o PROJETO BRASILIDADE

O Projeto Brasilidade, primeiro da série Estudos da República, baseia-se na pesquisa minuciosa da autopercepção do brasileiro, investigando o impacto de duas décadas de democracia e de estabilidade econômica na identidade e na autoestima nacional. Brasilidade parte do estudo das raízes do Brasil – por da obra de autores clássicos como Gilberto Freyre, Sérgio Buarque de Hollanda, Darcy Ribeiro e Roberto DaMatta – para abrir um diálogo com os brasileiros. Concluído em 2010, o Projeto Brasilidade integrou uma equipe multidisciplinar composta por antropólogos, psicólogos, cientistas políticos e sociólogos, entre outros estudiosos, para iniciar o processo de pesquisa com brasileiros de todas as regiões do País. Hoje, Brasilidade revela o que significa ser brasileiro no século 21, redescobrindo o “jeitinho brasileiro” e rompendo antigos estereótipos da alma nacional.

O banco de conhecimento gerado é rico, surpreendente e demolidor de preconceitos; conhecimento que derruba mitos e estabelece novos parâmetros para entender como o brasileiro se sente perante o mundo e a si mesmo. Entre as perguntas que motivaram a profunda investigação da alma verde-e-amarela estão: Como o brasileiro vê o País e o seu futuro dentro dele? Como toma decisões? Como reage diante dos estímulos da comunicação? e O que é a brasilidade, esse amálgama que leva pessoas tão diversas a identificar-se como uma só nação?

Rodrigo Mendes Ribeiro

Sociólogo e cientista político com MBA em Marketing e mestre em Ciência Política pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Rodrigo Mendes Ribeiro é diretor-geral da República – Opinião dos Brasileiros, empresa de pesquisa de opinião pública. Desde 2004, o sociólogo e cientista político – que participou de mais de 500 projetos de pesquisa em todo o Brasil – coordena as pesquisas de concepção e avaliação da campanha de esclarecimento ao eleitor “Vota Brasil”, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Professor de pós-graduação na UFMG, Ribeiro atuou como professor de pós-graduação em várias universidades e é autor dos livros Marketing Político – o poder da estratégia nas campanhas eleitorais e Marketing eleitoral: aprendendo com campanhas municipais vitoriosas. Desde 2002 é diretor da Associação Brasileira de Consultores Políticos em Minas Gerais.

Fundação do Câncer promove campanha de controle do tabagismo

setembro 3rd, 2010 Posted in Geral | No Comments »

A Fundação do Câncer inaugura uma nova página em seu site, que informa aos usuários os riscos relacionados ao tabagismo (www.cancer.org.br/leiantifumo). O espaço é voltado prioritariamente para as mulheres. De forma interativa, as visitantes descobrem as suas chances de desenvolver várias doenças relacionadas ao cigarro, como cânceres, alergias e problemas cardíacos. A iniciativa faz parte da campanha “A falta de informação pode causar câncer” promovida pela instituição.

Acesse: www.cancer.org.br/leiantifumo

O objetivo é mostrar o quanto a adoção de hábitos saudáveis como, por exemplo, alimentação equilibrada, prática regular de atividade física e é claro,  não fumar  contribuem para a prevenção de doenças. Por isso, após responder um breve questionário, a visitante tem acesso a uma página ilustrada, que mostra o corpo humano em detalhes e as chances de desenvolver doenças em cada órgão a partir das respostas dadas anteriormente.

A campanha será divulgada, principalmente, na Internet com foco nas mídias sociais. De acordo com a assessora de Comunicação da Fundação do Câncer, Claudia Gomes, a intenção é atingir principalmente os públicos jovem e feminino, considerados os grupos mais vulneráveis em relação ao tabagismo.

“O aumento da participação da mulher no mercado de trabalho trouxe mais poder aquisitivo e de decisão para este grupo. Ao mesmo tempo em que essas mudanças alteraram o papel da mulher também a tornaram um alvo da indústria do tabaco. O cigarro passou a ser vendido como símbolo da emancipação e independência”, afirma Claudia Gomes.

Campanha

A campanha na Internet foi desenvolvida pela agência digital Traço Certo. Além de banners em sites de conteúdo e de links patrocinados no Google, a campanha prevê a potencialização do tema tabagismo via mídias sociais como o Orkut, Facebook e Twitter.

“A nossa meta é viralizar a campanha nas redes levando o usuário ao hotsite. Desta forma, esperamos conscientizar as pessoas por meio de dados de pesquisas do INCA e ativar assinaturas para aprovação do projeto de lei que garante ambientes coletivos fechados 100% livres do tabaco”, explica Claudia Gomes.

O hotsite ficará no ar continuamente e a divulgação da campanha em sites de conteúdo acontece até novembro.

Colégio Arnaldo realiza 14ª edição do Viver o Vale

setembro 3rd, 2010 Posted in Geral | No Comments »

Projeto arrecadou comida, roupa e brinquedos que serão repassados para famílias carentes do Vale do Jequitinhonha.
 
Funcionários, professores e alunos do Colégio Arnaldo viajam nesta quinta-feira, dia 02 de setembro para Avaí, distrito de Jacinto, a cerca de 800km de Belo Horizonte, onde integram a equipe do Projeto Viver o Vale. No total, 45 voluntários, realizam a ação que irá beneficiar 1.600 famílias com renda per capta de R$ 300,00 em média que vivem no local, situado no Vale do Jequitinhonha. O retorno a capital está previsto para a segunda-feira, 06 de setembro.
 
Tancredo Dimas, coordenador da pastoral dos Colégios Arnaldo conta que será doado cerca de quatro toneladas de alimentos, 2.500 peças de roupas e 1.500 brinquedos para os moradores da região. Esses números foram conquistados graças à realização de atividades como o festival de tortas e palestras.
 
Tancredo destaca que além das doações, o projeto se preocupa em dar atenção e assistência à comunidade. Serão realizadas diversas oficinas ligadas à higiene básica, formação de liderança, orientação sexual para jovens e convivência em família. Viver o Vale prevê também a doação de um workshop, com toda estrutura multimeios, para a comunidade, com o intuito de criar uma sala de cinema no local.
 
Para o coordenador da pastoral a mobilização de tantos voluntários deve-se à preocupação com o bem-estar do próximo e o desejo de construir uma sociedade mais justa. Com a experiência de outras visitas dentro do Projeto Viver o Vale, Tancredo avalia que a realidade encontrada pelos voluntários será uma verdadeira aula de responsabilidade social e formação para a cidadania. “Nossos alunos residem nas grandes metrópoles. Conhecem a situação de pobreza e das diferenças sociais radicadas em uma metrópole. O que é diferente é o confronto com uma cultura e estilo de vida de uma cidade do interior. Do jeito simples das pessoas eles vão avaliando o próprio estilo de vida. Começam a entender que eles cobram demais das pessoas e dão pouco retorno”, frisou.
 
O evento é uma realização do Colégio Arnaldo com apoio da Faculdade Arnaldo.

Entram em vigor as normas para Rede Agricultura Sustentável

setembro 3rd, 2010 Posted in Geral | No Comments »

Entraram em vigor na última quarta-feira (1), as normas da Rede de Agricultura Sustentável (RAS), que estabelecem práticas responsáveis para a pecuária e permitirão a certificação socioambiental de fazendas de gado (boi e búfalo) em regiões tropicais.
 
Trata-se da primeira certificação independente para esse setor, que atesta a origem e a rastreabilidade do produto final (da carne, do leite ou seus derivados) do pasto à mesa do consumidor. O produto certificado pela Rede de Agricultura Sustentável poderá ser identificado pelo selo Rainforest Alliance Certified aplicado na embalagem e representa o compromisso do produtor com boas práticas ambientais e responsabilidade social.

“Também é a primeira norma para a pecuária a seguir protocolos internacionais e garantir transparência e equilíbrio de participação entre sociedade civil e setor produtivo”, afirma Luís Fernando Guedes Pinto, secretário executivo do Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola - Imaflora -, única entidade brasileira apta a representar a Rede de Agricultura Sustentável.
 
Requisitos - Para ser certificada, uma fazenda ou empreendimento é submetida a uma rigorosa auditoria, baseada no cumprimento de requisitos sociais e ambientais, acordados no âmbito da RAS e que pressupõe ainda a adesão do produtor a alguns artigos da Convenção da Organização Internacional do Trabalho (OIT, organismo da ONU), além do respeito à legislação trabalhista brasileira.  Entre esses pontos, estão:

- A comprovação de que na fazenda não há desmatamento, nem destruição de ecossistemas de alto valor de conservação;
- A identificação individual do animal (com chip ou brinco), de maneira a permitir sua rastreabilidade do nascimento ao abate;
- A permanência do animal na propriedade certificada por, pelo menos, seis meses. O empreendimento deve comprovar vacinas e boa saúde do animal;
- A adoção de medidas para reduzir a emissão de carbono (como a presença de árvores no pasto para capturar CO2 e medidas que facilitem a digestabilidade de alimentos para reduzir emissões);
- Comprovação de que não há trabalho infantil;
- Comprovação de que não há trabalho forçado;
- Comprovação de que não há discriminação de qualquer tipo;
- A indústria (frigorífico e demais etapas da cadeia produtiva) também é submetida à auditoria pelo Imaflora e deve comprovar que o produto embalado e que será enviado aos fornecedores é aquele que foi avaliado em seu local de origem.
 
Processo - As normas para pecuária são resultado de um amplo processo, desenvolvido ao longo de um ano e meio, em que, por meio de consultas públicas presenciais ou eletrônicas, foram colhidas sugestões de todos os representantes da cadeia produtiva da pecuária (produtores, frigoríficos, ONGs, representantes de sindicatos patronais e de trabalhadores, entre outros) de mais de 130 organizações de 34 países.
 
Antes de serem validadas pelo Comitê Internacional de Normas da RAS foram testadas em campo, na Austrália, Brasil, Colômbia, Costa Rica, Quênia e Nicarágua.
 
No Brasil, o processo de consultas públicas e de discussões do documento foi conduzido pelo Imaflora, que realizou reuniões públicas presenciais em Piracicaba, interior de São Paulo e em Cuiabá, no Mato Grosso, além da consulta por meios digitais. Aqui, o teste de campo das normas foi realizado em duas fazendas que trabalham com criação de gado de corte e de búfalos e com produção de touros.
 
“As normas são factíveis, adequadas à nossa realidade e de fácil implementação”, diz Cláudio Haddad, professor associado do Departamento de Zootecnia da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”, da Universidade de São Paulo.
 
Acesse a íntegra da Norma disponível na biblioteca do site clicando aqui.
 
Interesse - Ainda na fase de consultas públicas da norma, o Imaflora recebeu diversas manifestações de interesse de vários segmentos: “Temos a intenção de conquistá-la o mais rápido possível” afirmou Arnaldo Josef Eijsink, diretor-geral do Grupo JD, empresa que já possui e certificação da RAS para a produção de uvas, em Petrolina, Pernambuco e pretende levá-la às fazendas de gado, do Grupo, no Mato Grosso.

O empresário Roberto Klabin também comemora a chegada das normas para a pecuária: “Chegam em ótimo momento. O Brasil já aprendeu que pode agregar valor ao setor florestal com a certificação socioambiental, agora é a vez do boi”, afirma o empresário que possui diversas fazendas de gado na região do Pantanal.
 
Roberto Smeraldi, diretor da OSCIP Amigos da Terra - Amazônia Brasileira, que, desde 2008, demonstra por meio de pesquisas a necessidade de uma revolução tecnológica na pecuária como condição para uma transição rumo à sustentabilidade, anuncia que “a partir de hoje vai promover a certificação da RAS como uma ferramenta capaz de desencadear um sistema de remuneração diferenciada na cadeia para os líderes no campo, assim como um estímulo para os demais”.  As normas da Rede de Agricultura Sustentável foram igualmente bem recebidas por outros dois empresários com forte tradição no ramo e que são reconhecidos pelo mercado pela adoção de práticas responsáveis em seus negócios.

Representando trinta grandes criadores da raça Bonsmara, Clóvis Censoni, gerente comercial da Bonsmara Beef diz que “a busca por qualidade, produtividade e tecnologia precisa de estímulos. A certificação socioambiental, com credibilidade, trabalha nesse sentido e pode tornar-se uma ferramenta importante para nossos associados”. Outra referência na área da carne, Sylvio Lazzarini, sócio da Intermezzo Gourmet e do restaurante  Varanda Grill afirma que além de saber se uma fazenda desmata usa a queima “queremos saber se existe ou não um critério positivo que premie  as melhores práticas de cria, recria e engorda. O Brasil deve liderar o movimento internacional pela certificação, com qualidade e responsabilidade. É o que acreditamos.”

White Martins renova patrocínio à Associação Saúde Criança

setembro 3rd, 2010 Posted in Geral | No Comments »

A White Martins renovou o patrocínio à Saúde Criança por mais um ano, reforçando uma parceria que teve início em 2003. O apoio financeiro da empresa à associação já chegou a R$ 2 milhões de reais. Com um consiste trabalho de inclusão social, realizado a partir de uma ação integrada em cinco eixos – saúde, profissionalização, moradia, cidadania e educação – a instituição já conquistou o reconhecimento de importantes personalidades do terceiro setor.
 
Num universo de 338 mil instituições, a Saúde Criança acaba de ser eleita uma das doze ONGs mais confiáveis do país, em eleição feita pela revista Seleções. Participaram da votação dez especialistas no assunto, incluindo o presidente da Associação Brasileira dos Captadores de Recursos, Marcelo Estraviz, a coordenadora de Balanço Social do Ibase, Cláudia Mansur, o coordenador do Observatório Regional Base de Indicadores de Sustentabilidade (Orbis), Alby Rocha e o representante nacional da Fundação Avina, Neylar Lins.
 
Em 19 anos de atividades, a Associação Saúde Criança já atendeu mais de 13 mil pessoas abaixo da linha da pobreza e inspirou a criação de 23 instituições semelhantes em seis estados brasileiros.

Pesquisa aponta que 58,4% dos brasileiros não sabem cantar o hino nacional

setembro 3rd, 2010 Posted in Geral | No Comments »

Dados do Projeto Brasilidade revelam que o Hino Nacional, um dos principais símbolos do Brasil, é uma incógnita para 58,4% dos brasileiros; apenas 21,7% revelam saber a letra na íntegra. Os mais jovens, as pessoas com maior escolaridade e os das classes A e B são os que mais dizem saber cantar. Desenvolvido pela República – Opinião dos Brasileiros, empresa especializada em pesquisa de opinião, o Projeto Brasilidade analisa em profundidade a autopercepção do brasileiro hoje, após 20 anos de democracia e de estabilização econômica no país.

São Paulo, 2 de setembro de 2010 – Uma pesquisa inédita que integra o Projeto Brasilidade revela que o Hino Nacional não está, definitivamente, no gosto musical popular. Um dos principais símbolos do Brasil ainda é uma incógnita para 58,4% dos brasileiros – percentual que afirma não saber a letra na íntegra ou conhecer apenas trechos. Entre os entrevistados, apenas 21,7% revelaram saber toda a letra; cerca de 19,9% informaram que sabem quase toda a letra; 47,3% disseram que sabem alguns trechos; e 11,1% afirmaram que não sabem nenhum trecho. Exclusiva, a pesquisa foi conduzida pela empresa República – Opinião dos Brasileiros, no primeiro semestre de 2010, com módulos qualitativos e de quantificação, com quatro grupos focais e 1.272 entrevistas. Parte do Projeto Brasilidade, o levantamento analisa em profundidade a autopercepção do brasileiro hoje, após 20 anos de democracia e de estabilização econômica no país.

Segundo o sociólogo e cientista político Rodrigo Mendes Ribeiro, coordenador da pesquisa e diretor-geral da República, entre os brasileiros com curso superior completo, o índice dos que sabem cantar o hino nacional é de 45,1% contra 26,5% e 27,4%, respectivamente, dos que sabem a letra praticamente inteira e alguns trechos. “Nesse nível de escolaridade, nenhum entrevistado afirmou não saber o hino nacional.O índice mais alto dos que não sabem nenhum trecho do hino, ou seja, 39, 2%, está entre os analfabetos, com primário incompleto e os que cursaram até a terceira série fundamental”, detalha Mendes, acrescentando que quanto maior a escolaridade, menor o índice de pessoas que afirmam não saber a letra do hino na íntegra.

Na análise da faixa etária, a pesquisa revela que os mais jovens são os que mais têm conhecimento da letra do Hino Nacional – entre os 18 anos e 24 anos, 29,7% sabem a letra na íntegra contra 11,3% dos com idade entre 65 anos e 70 anos. A porcentagem mais baixa entre os que não sabem nenhum trecho está também entre os mais jovens; 3,6% (25 a 29 anos). Em contrapartida, o índice mais alto entre os que não sabem o Hino (20,3%) na faixa etária 60 anos e 64 anos.

Sobre a República – Opinião dos Brasileiros

A República é uma empresa de pesquisa de opinião pública especializada na alma do brasileiro. Comprometida com o País e a sociedade, a República desenvolve estudos relevantes sobre o que pensa e sente o brasileiro. A singularidade do brasileiro que transcende as diferenças de gênero, idade, escolaridade, renda e religião é matéria-prima para uma investigação que associa a pesquisa tradicional à estatística, sociologia, neurociência, antropologia, economia e ferramentas diferenciadas de pesquisa. A série Estudos da República tem a proposta de ir além das fronteiras das pesquisas convencionais para construir um referencial único como base de sustentação para projetos a serem conduzidos para universidades, governos, empresas e organizações da sociedade; estudos que se tornam instrumento da construção de um país melhor.

Com um sistema de inteligência em estratégia, a República tem como objetivos: compreender padrões de comportamento da sociedade; identificar tendências sociais; estruturar um banco de dados que permita acompanhar a evolução da sociedade brasileira; ajudar a produzir uma agenda positiva de fortalecimento da autoestima do povo; permitir uma reflexão crítica das raízes da identidade nacional; e contribuir para a formação de uma cidadania ativa e consciente. Dirigida pelo sociólogo e mestre em Ciência Política, Rodrigo Mendes Ribeiro, a República tem sede em São Paulo e escritórios no Rio Grande do Sul (Porto Alegre) e Minas Gerais (Belo Horizonte).

Sobre o Projeto Brasilidade

O Projeto Brasilidade, primeiro da série Estudos da República, baseia-se na pesquisa minuciosa da autopercepção do brasileiro, investigando o impacto de duas décadas de democracia e de estabilidade econômica na identidade e na autoestima nacional. Brasilidade parte do estudo das raízes do Brasil – por da obra de autores clássicos como Gilberto Freyre, Sérgio Buarque de Hollanda, Darcy Ribeiro e Roberto DaMatta – para abrir um diálogo com os brasileiros. Concluído em 2010, o Projeto Brasilidade integrou uma equipe multidisciplinar composta por antropólogos, psicólogos, cientistas políticos e sociólogos, entre outros estudiosos, para iniciar o processo de pesquisa com brasileiros de todas as regiões do País. Hoje, Brasilidade revela o que significa ser brasileiro no século 21, redescobrindo o “jeitinho brasileiro” e rompendo antigos estereótipos da alma nacional.

O banco de conhecimento gerado é rico, surpreendente e demolidor de preconceitos; conhecimento que derruba mitos e estabelece novos parâmetros para entender como o brasileiro se sente perante o mundo e a si mesmo. Entre as perguntas que motivaram a profunda investigação da alma verde-e-amarela estão: Como o brasileiro vê o País e o seu futuro dentro dele? Como toma decisões? Como reage diante dos estímulos da comunicação? e O que é a brasilidade, esse amálgama que leva pessoas tão diversas a identificar-se como uma só nação?

Rodrigo Mendes Ribeiro - Sociólogo e cientista político com MBA em Marketing e mestre em Ciência Política pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Rodrigo Mendes Ribeiro é diretor-geral da República – Opinião dos Brasileiros, empresa de pesquisa de opinião pública. Desde 2004, o sociólogo e cientista político – que participou de mais de 500 projetos de pesquisa em todo o Brasil – coordena as pesquisas de concepção e avaliação da campanha de esclarecimento ao eleitor “Vota Brasil”, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Professor de pós-graduação na UFMG, Ribeiro atuou como professor de pós-graduação em várias universidades e é autor dos livros Marketing Político – o poder da estratégia nas campanhas eleitorais e Marketing eleitoral: aprendendo com campanhas municipais vitoriosas. Desde 2002 é diretor da Associação Brasileira de Consultores Políticos em Minas Gerais.

Fundo Comgás de Patrocínio abre inscrições para projetos socioculturais e destina R$ 1,5 milhão em recursos

setembro 3rd, 2010 Posted in Geral | No Comments »

Estão abertas as inscrições da 4ª edição do Fundo Comgás de Patrocínio Sociocultural para projetos socioculturais das comunidades das áreas de concessão da Comgás (Região Metropolitana de São Paulo, Baixada Santista, Vale do Paraíba e Região Administrativa de Campinas). As iniciativas selecionadas receberão juntas R$ 1,5 milhão em recursos, com valor mínimo de R$ 50 mil. Cada proponente poderá apresentar até três projetos até o dia 29 de outubro de 2010.

O Fundo Comgás é destinado a projetos socioculturais enquadrados no artigo 18 da Lei Federal de Incentivo à Cultural (Lei Rouanet), que tenham como objetivo fomentar empreendimentos que gerem aprendizado transformador capaz de promover relações sustentáveis.

Poderão se inscrever projetos das seguintes áreas: a) teatro, dança, circo, mímica e outras expressões cênicas; b) produção de obras cinematográficas e videofonográficas de curta e média metragem e preservação e difusão do acervo audiovisual; c) música erudita ou instrumental; d) exposições e circulação de artes visuais; e) preservação do patrimônio cultural material e imaterial; f) livros de valor artístico, literário ou humanístico ou outros empreendimentos classificados na área humanidades; g) artes integradas. O regulamento do Fundo, a ficha de inscrição e a Política de Patrocínio da Comgás estão disponíveis no site www.fundocomgas.com.br.

O processo de seleção passa por duas etapas: triagem externa, com pareceristas de diversos segmentos culturais, contratados pela Comgás, e seleção interna, em que é formada uma comissão julgadora dos projetos, alinhada com a estratégia da empresa. A participação de empregados, temporários, estagiários e acionistas é vetada.

Na última edição do Fundo Comgás, foram recebidas 278 inscrições – acréscimo de 30% em relação ao ano anterior –, entre as quais foram selecionados dez projetos vencedores: “Educação através da Música”, “Festival do Minuto”, “Caixa Mágica – O Universo do Teatro”, “Programa Igual Diferente”, “Cine Tela Brasil”, “Curtas de Animação”, “Querô na Escola”, “Cidade Invertida”, “A Cultura também é Amiga da Cidade” e “Instituto Baccarelli”.

Desde a sua criação, o Fundo já apoiou 19 projetos em 25 cidades (Americana, Caçapava, Campinas, Cubatão, Diadema, Guararema, Guarulhos, Hortolândia, Jacareí, Jundiaí, Limeira, Mogi das Cruzes, Mogi-Guaçu, Osasco, Piracicaba, Santo André, Santos, São Bento do Sapucaí, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, São José dos Campos, São Paulo, São Vicente, Sumaré Taubaté) que receberam juntos R$ 4 milhões e beneficiaram 600 mil pessoas.

Edital oferece R$ 12,5 milhões para pesquisas no Semiárido Brasileiro

agosto 30th, 2010 Posted in Geral | No Comments »

Edital lançado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e Instituto Nacional do Semiárido (INSA), no valor de R$ 12,5 milhões, objetiva selecionar propostas de desenvolvimento de tecnologias e inovações para a conservação, recuperação e utilização dos recursos naturais do Semiárido Brasileiro.

Com recursos oriundos do CT-Hidro e da Ação Transversal, o Edital está dividido em quatro linhas temáticas: Recuperação de áreas degradadas do Semiárido Brasileiro; Exploração econômica das potencialidades do Semiárido Brasileiro; Difusão de tecnologias para convivência com a seca; Capacitação de educadores e agentes de extensão.

Para concorrer, o proponente deve possuir título de Doutor, vínculo celetista ou estatutário com a instituição de execução do projeto e ter seu currículo cadastrado na Plataforma Lattes.

Pesquisador aposentado também poderá apresentar proposta, desde que comprove manter atividades acadêmico-científicas e apresente declaração da instituição de pesquisa ou de pesquisa e ensino, concordando com a execução do projeto. As propostas a serem apoiadas deverão ter prazo máximo de execução estabelecido em 24 meses.

As propostas, acompanhadas de arquivo contendo o projeto, devem ser encaminhadas ao CNPq, exclusivamente via Internet, por meio do Formulário de Propostas Online, disponível na Plataforma Carlos Chagas, até o próximo dia 30 de Setembro.

(Aline Guedes)