Daniela Guima, Co-fundadora

Jornalista formada no Centro Universitário de Brasília com especialização em bioética. Foi repórter do jornal Correio Braziliense e, de 2002 a 2010, foi responsável pela edição do Responsabilidade Social.com. Também é empresária da área de assessoria de imprensa em Brasília.

João Cariello

João Cariello

Responsável pela gestão de um investimento que, apenas em 2002, foi superior aos R$ 120 milhões, o Diretor da Fundação Bradesco, João Cariello, fala ao RESPONSABILIDADESOCIAL.COM sobre o perfil da entidade e suas principais contribuições à sociedade brasileira. Também comenta sobre a difícil missão de desfazer o rótulo de “vilão”, atribuído às empresas do sistema financeiro, bem como tece algumas críticas às empresas que investem no social apenas com o intuito de criar uma boa oportunidade de marketing. “Ressalto a importância de que o investidor social tenha clareza do que deseja e do que realmente divulga em termos de ação e resultado, desenvolvendo um projeto que guarde vínculo com a sua cultura, sua origem e identidade, para que não tenhamos um desperdício de esforços e esvaziamento da prática da responsabilidade social, como um modismo”, provoca. Conheça melhor as visões de Cariello na entrevista abaixo:

Responsabilidade social: uma moda que chegou para ficar

Não poderia haver melhor momento para lançar uma revista eletrônica voltada para a abordagem da Responsabilidade Social. Esse tema é sempre atual, merecedor de destaque, fonte geradora de notícia. Porém, agora conta com um grande diferencial a seu favor: virou moda em todos os cantos do país. O chamado do.

Débora Diniz

A pesquisadora Débora Diniz

O extenso currículo da antropóloga Débora Diniz revela uma história de sucesso calcada numa profunda dedicação aos livros. Temas prediletos: feminismo e bioética – ambos os assuntos altamente inflamáveis e polêmicos. É preciso fôlego para ler em voz alta os cargos ocupados por Débora nos seus tenros 32 anos: é.

Milú Villela (2003/04)

Milú Villela

O ano de 2001 foi classificado pela Organização das Nações Unidas (ONU) como o “Ano Internacional do Voluntariado”. Em 2003, o Brasil ainda colhe os louros daquele ano – período em que foi demonstrado o enorme poder do voluntariado no Brasil (a ponto de deixar muitos países desenvolvidos boquiabertos). Isso.